Cornucópias: os Chifres da Abundância

Segundo uma lenda da mitologia grega, foi Amaltéia, uma cabra leiteira que alimentava e criava Zeus na ilha de Creta, a fim de protegê-lo de Cronos, seu terrível pai que devorava seus filhos com receio que um deles tomaria seu lugar.
Para os gregos, a cabra leiteira era uma criatura assustadora, criada por Hélios, o sol. Quando Zeus ficou adulto, ele luta contra os Titãs, e faz para si um armadura com a pele desta cabra mítica.
Este escudo foi forjado por Héfaistos, deus do fogo.
Zeus doou este escudo a Apollo, depois a Athena, sua filha, a deusa da guerra.
A cabeça de Medusa, cercada de serpentes, objeto de espanto e de medo, estava ao centro deste escudo mágico, tornando invulnerável, quem o usava.
A título de reconhecimento Zeus doou um chifre de Amaltéia, a cabra leiteira, sua ama de leite, em lhe prometendo que seus chifre se encheria para sempre de flores e frutos de toda a Terra.
Assim foi criado o Chifre da Abundância, a Cornucópia.

Cornucópia: 1. Corno mitológico, atributo da abundância, e símbolo da agricultura e do comércio. (Aurélio, 1986).

Cornucópia: 1. Vaso em forma de chifre, que se representa cheio de flores e frutos, e que antigamente era o atributo mitológico da fortuna e da abundância e modernamente simboliza a agricultura e o comércio; corno da abundância, corno de Amaltéia; 2. Qualquer fonte de riqueza ou felicidade. (Laudelino Freire, 1941).